É minha gente, como dizia minha avó... "Quem para de seguir tem um problema novo. Precisa decidir pra onde ir."
Você acabou de entrar nessa fila.
75% das empresas brasileiras não bateram meta de marketing em 2024. A ferramenta não foi o problema. O sistema foi. Ou melhor — a ausência dele.
Você provavelmente domina pelo menos quatro ferramentas. Meta Ads, GA4, alguma IA, algum CRM. E mesmo assim não consegue explicar com clareza a vantagem competitiva da sua marca em dois minutos. Isso não é falha técnica. É ausência de estratégia antes da execução.
Eu sei porque passei 25 anos nos dois lados: dentro de veículos, agências, startups, uma desenvolvedora de games quando e-sports ainda não tinha nome, um time de 32 pessoas, consultorias de BI para os maiores portfólios do país. Não aprendi isso em curso. Aprendi errando dentro de salas onde o orçamento era real e o resultado era cobrado na segunda-feira.
Repertório bate ferramenta. Essa é a tese embaixo de tudo que você vai receber aqui.
O contrato:
Toda terça, 7h. Um e-mail. ~12 minutos de leitura.
Um conceito de marketing dissecado — com dado, com referência cruzada (cinema, história, RPG, quadrinhos — o que servir ao argumento), com aplicação de segunda-feira de manhã.
Um inimigo nomeado por edição. Externo (o guru de fórmula), interno (a síndrome da ferramenta) ou filosófico (execução ≠ estratégia).
Zero fórmula. Zero thread-bait. Zero "13 truques que ninguém te conta".
Toda edição abre com uma frase que minha avó disse — ou deveria ter dito. Mulher que viajou o mundo, fez o Caminho de Santiago, escreveu um livro sobre Atlântida e disse que estava morrendo por setenta anos antes de partir aos noventa. O argumento da edição nasce dali. Não é decoração — é a porta de entrada.
O Seguindo a Manada é a porta de entrada do sistema LORAS — construído pra quem quer parar de executar no escuro e começar a pensar como estrategista.
Antes de você fechar essa janela, um pedido pequeno:
Responde esse e-mail com a sua maior dor de marketing agora. Pode ser uma frase. Pode ser três páginas. Eu leio todas — não tem assistente, não tem auto-resposta. Você fala com Gui Loureiro direto. As respostas viram pauta. As pautas viram edição.
Na terça que vem: por que o manual de marca que sua empresa pagou caro não serve para nada — e o que existe no lugar.
E lembre-se: "Manual de marca é como receita de avó. Todo mundo tem. Ninguém segue."
Você vai estar lá, 7h.
— Gui
